quarta-feira, 28 de julho de 2010

PRIMEIRO POTIGUAR IMORTAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

RODOLFO AUGUSTO DE AMORIM GARCIA

Rodolfo Garcia

Rodolfo Augusto de Amorim Garcia nasceu em Ceará Mirim, Rio Grande do Norte, a 25 de maio de 1873. Filho de Augusto Carlos de Amorim Garcia e de Maria Augusta de Amorim Garcia. Faleceu no Rio de Janeiro de 1949

PRIMEIRO POTIGUAR PRESIDENTE DA REPÚBLICA

João Fernandes Campos Café Filho (Natal, 3 de fevereiro de 1899Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 1970) foi um advogado e político brasileiro , sendo presidente do Brasil entre 24 de Agosto de 1954 e 8 de Novembro de 1955, quando foi deposto. Foi o único potiguar a ocupar a presidência da república do Brasil.

Nascido no Rio Grande do Norte, trabalhou como jornalista e advogado durante a juventude, tendo participado da Aliança Liberal na campanha de 1930. Em 1933 fundou o Partido Social Nacionalista (PSN) do Rio Grande do Norte, e alguns anos mais tarde, o Partido Social Progressista de Ademar Pereira de Barros.

Sua candidatura à vice-presidência da república fazia parte do acordo feito por Adhemar para apoiar Getúlio Vargas à presidência da república nas eleições de 1950.

Em 1934 e 1945 foi eleito deputado federal, e em 1950 foi indicado para vice-presidência na chapa de Getúlio Vargas. Com o suicídio de Vargas, em 1954, assumiu a Presidência, exercendo o cargo até novembro de 1955.

Em novembro de 1955, foi afastado da presidência por motivos de saúde, assumindo em seu lugar o presidente da Câmara, Carlos Luz, este deposto por tentar impedir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek. Após a presidência, Café Filho foi ministro do Tribunal de Contas da Guanabara durante toda a década de 1960.

Café Filho foi goleiro do Alecrim Futebol Clube em Natal, clube que até hoje é o único que teve em seu plantel um atleta que chegou ao posto de Presidente do Brasil. Educado na Primeira Igreja Presbiteriana de Natal, foi também o primeiro presidente protestante do Brasil.

Seu governo foi marcante pelas medidas econômicas liberais na economia comandadas pelo economista Eugênio Gudin.

FONTE WIKIPÉDIA


PRIMEIRO POTIGUAR PRESIDENTE DO SENADO


Café Filho
JOÃO FERNANDES CAFÉ FILHO, natural de NATAL, foi o primeiro potiguar a exercer a presidência do Senado Brasileiro, em 1954, não como Senador eleito, e sim, na condição de vice-presidente da República. Na época, o vice(PRESIDENTE, GOVERNADOR e PREFEITO) automaticamente assumia o comando do Poder Legislativo. VICE-PRESIDENTE, O SENADOR, VICE-GOVERNADOR, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA; E VICE-PREFEITO, A CÂMARA MUNICIPAL Brasil

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História dos primeiros pentecostais em solo potiguar

Relatos documentados no livro: História das Assembléias de Deus no Brasil, ALMEIDA (1982, pág. 79).Dizem que somente no ano de 1916, é que alguns norte-riograndenses que haviam ido ao Pará buscar uma melhor sorte, retornaram a Natal neste ano trazendo a mensagem de fé pentecostal. Esses
CASCUDO (2000) defende que em 1914 famílias vieram para Natal de Manaus, e trouxeram os cultos da Assembléia de Deus para as terras potiguares. Nesta data apresentada por Cascudo, é improvável que os missionários suecos tenham ido a Manaus.
Acontece que em pesquisa de campo, descobriu-se que famílias haviam chegado não de Manaus como afirmara CASCUDO, nem na data que apresenta a história oficial das Assembléias de Deus.
Uma história marginal sobre a chegada dos primeiros pentecostais a chegar em terras potiguares.
Quando se encontrava no Pará de 1910 à 1911 um homem por nome: Manoel Luiz de França converteu-se ao evangelho quando trabalha naquele Estado onde tentava, junto com muitos outros nordestinos, uma sorte melhor nos seringais. Segundo informações colhidas, ele foi convertido ao ouvir a pregação dos próprios missionários fundadores da Assembléia de Deus (1911) (Guinar Vingren e Daniel Berg).
Após converter-se, partiu do Pará e veio direto para o Rio Grande do Norte (sua terra de origem) .
Os dados de CASCUDO (2000) como os de ALMEIDA (1982), são relatos verdadeiros (segundo a ótica dos autores), porém, esse fato novo narrado é um fato inédito na literatura, histórico, e da maior importância para a igreja potiguar e em especial a Igreja Assembléia de Deus que poderia averiguar, dar maior crédito às fontes orais ainda vivas.
Os dois relatos que passaremos a narrar são simples. Eles descrevem aquilo que a memória ainda não esqueceu.
Essa enfim é a história que ainda não fora contada dos primeiros crentes pentecostais em solo potiguar. Na história oficial da igreja Assembléia de Deus diz o seguinte: segundo ALMEIDA (1982, pág. 79) no ano de 1916, alguns norte-riograndenses que haviam ido ao Pará retornam a Natal neste mesmo ano trazendo a mensagem de fé pentecostal.
Eram eles, o Sr. Antônio Felipe Bezerra e sua esposa Luizinha, recém convertidos à fé pentecostal; e o ex-presbiteriano Francisco Cezar que aderiu ao grupo. Em 1917, em uma reunião de oração, na residência do Sr. Antonio Felipe e sua esposa Luizinha, deram-se as conversões de José Domingos da Costa, Pedro Jacinto e sua esposa.
Segundo a história das Assembléias de Deus em Natal, o Sr. José Domingos veio a ser o primeiro crente a passar pela experiência pentecostal (batismo com o Espírito Santo com evidência no falar em línguas estranhas) em terras potiguares. Surgiram, assim, os primeiros frutos da doutrina pentecostal no Rio Grande do Norte. Em 13 de janeiro de 1918, na casa do soldado Luiz de França (Lulu), na chamada Rua do Arame, foi realizado o primeiro culto pentecostal em Natal, sob a liderança do sr. Francisco Cézar.
Naquela ocasião, converteram-se à fé evangélica seis pessoas, dentre as quais o casal anfitrião. Nessa residência, passou a reunir-se um pequeno grupo de dez pessoas para os serviços religiosos. Os primeiros anos da Igreja em Natal (relatam os membros mais antigos), foram muito difíceis, havia uma perseguição muito grande aos crentes por parte da Igreja Católica e seus adeptos.
A Igreja que já estava com um bom número de novos convertidos, decidiu realizar o primeiro batismo nas águas. Sairiam, às escondidas em direção a ponte de Igapó, e às margens do Rio Potengi, realizariam o primeiro batismo nas águas.
A Assembléia de Deus no Rio Grande do Norte - segundo a tradição oral, teve no evangelista Adriano Nobre, o seu primeiro pastor. O livro “História da Assembléia de Deus no Brasil”, diz que o Sr. José Paulino Estumano de Morais, enviado pela Igreja-Mãe (Belém/PA), (passando um curto período em Natal) em 1919, fora o primeiro Pastor da Assembléia de Deus em Natal. Para os historiadores da Assembléia de Deus em Natal, houve um equívoco que está sendo corrigido na próxima edição daquele livro. O primeiro pastor da Assembléia de Deus em Natal e que foi responsável pelo seu desenvolvimento nos primeiros anos, fora o Pastor Adriano Nobre Almeida, 1982, ALMEIDA (1982, pág. 79). A cronologia a seguinte ordem: A cronologia dos Pastores da Assembléia de Deus em Natal segue: Adriano Nobre (José Estumano), Manoel Higyno de Souza, Bruno Skolomowski, Francisco Gonzaga de Lima, José Estumano de Morais, Alfredo Galvão de Lima, Eurico Bergsten, Eugenio Martins Piris, João Batista da Silva, João Gomes da Silva, Edmar Rosa Gomes e Pastor Raimundo João de Santana.
Com a chegada de José Morais, o local de culto foi transferido para a Rua América, s/n (historicamente, a primeira Congregação da Assembléia de Deus, em Natal). Na noite de 28 de junho de 1920, quando de sua estada em Natal, o pioneiro Gunnar Vingren encontrou uma igreja com 23 membros. Estava então formada a Igreja que viria a se tornar a maior Igreja do Rio Grande do Norte.
Em Natal foram realizadas as primeiras convenções das Assembléias de Deus no Brasil no ano de 1930 e depois realizou-se uma outra convenção em 1948. Foram marcos na história das Assembléias de Deus no Brasil pela importância desses eventos.
Publicado em: outubro 02, 2007

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